3 lições de negócios do CEO da Netflix

Entenda como Marketing e cultura participativa são fundamentais para o sucesso

Hoje a Netflix é uma das maiores empresas do mercado de entretenimento. Em maio deste ano, a empresa de streaming chegou a superar brevemente a Walt Disney Company em valor de mercado. A diferença em valor foi pouca, e permaneceu por muito tempo, mas definitivamente foi um fato significativo para o mercado. Afinal, a gigantesca companhia de entretenimento criada em 1923, estabelecida mundialmente, ficou para trás de uma empresa que tem pouco mais de 20 anos.

Nesse contexto, é seguro afirmar que seu CEO (e cofundador) tem algo a ensinar quando se trata de negócios. Antes de empreender, Reed Hastings se graduou em Matemática e Ciência da Computação. Sua influência no mundo das empresas de tecnologia não para na Netflix, ele também é membro do conselho do Facebook.

Confira o que Reed já falou sobre empreender em algumas de suas entrevistas: 

1. Marketing inteligente

“O marketing realmente brilhante acontece quando você pega algo que a maioria das pessoas considera fraqueza e reposiciona para que as pessoas pensem como uma força do negócio”, disse o CEO à CNN, em 2007.

Reed falava de quando o serviço da Netflix começou e era de entrega de DVDs pelo correio. O ponto fraco: os clientes esperavam um dia pela entrega. No entanto, segundo ele, o truque do marketing foi focar nos recursos que realmente atraiam os consumidores, como os preços baixos que a empresa oferecia.

A maioria das pessoas sempre tenta consertar o produto, o que é bom. Mas o marketing inteligente é pegar o produto que você tem e descobrir o posicionamento certo.”

2. Nicho específico no mercado

“Quando há uma dor, você quer ser como a aspirina, não como as vitaminas. A aspirina resolve um problema muito particular que alguém tem, enquanto que as vitaminas servem o mercado geral do é bom ter

O CEO considera que a Netflix seja uma aspirina, de acordo com sua metáfora, explicou à revista Fortune em 2009. Daí, então, surge parte de seu sucesso.

Para ele, é melhor ter uma função específica e só atingir quem procura tal serviço ou produto do que não se focar em um nicho. A segunda opção aumenta as chances de acabar fazendo com que a companhia não seja a escolha dos consumidores.

3. Cultura participativa

“Tentamos constantemente incentivar os funcionários a pensar em como melhorar a cultura, não como preservá-la”, diz ele. “Então todo mundo está tentando agregar valor”, explicou ele no podcast sobre empreendedorismo Masters of Scale.

A Netflix aposta em valores como: comunicação, curiosidade e coragem, e em uma gestão parcialmente horizontal.