Benefícios corporativos – 6 Erros que o RH comete

Equívocos no setor de Recursos Humanos podem prejudicar a empresa como um todo

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Benefícios corporativos são a base para a retenção de talentos em uma empresa e devem ser prioridade para o RH. Por isso, é importante que os gestores fiquem atentos aos erros abaixo:

1. Não levar em consideração o perfil dos colaboradores para contratar os benefícios

Cada empresa possui uma cultura organizacional diferente e, como consequência, um perfil diferente de colaboradores. Por exemplo, em geral, escritórios de advocacia tendem a manter um ambiente mais sóbrio e austero, enquanto produtoras de filmes são normalmente mais descontraídas e informais. Portanto, é de se esperar que os profissionais de cada empresa se motivem por benefícios distintos, alinhados com seus respectivos perfis.

2. Não atualizar informações sobre colaboradores

Já falamos por aqui da importância das empresas manterem o RH organizado: todas as informações sobre os colaboradores devem ser registradas e atualizadas quando necessário. Se o funcionário teve um filho, por exemplo, e a informação não for corretamente computada, a criança  acabará não sendo incluída como beneficiário no plano de saúde, e a empresa pode ter problemas no futuro.

3. Não fazer solicitação de benefícios logo que um colaborador é admitido

Um processo de admissão bem conduzido faz diferença no engajamento e visão que o novo colaborador carrega da empresa. Há uma série de práticas que são de atribuição do RH estratégico, como apresentação do novo funcionários à história e valores da organização, apresentação aos seus colegas de trabalho e feedback nos primeiros meses. Mas existem alguns pontos que não encarados com a mesma atenção, mas que também tem um impacto enorme na percepção do funcionário. Um deles é o quanto demora para que o colaborador tenha em mãos seu Vale Transporte e Vale Refeição.

4. Não cortar benefícios logo que um colaborador é desligado

Da mesma forma que na admissão, quando alguém é desligado, por qualquer motivo que seja, a empresa deve se preocupar em transmitir uma imagem profissional e séria. Mas, Contudo, a questão não é a reputação da empresa, mas ao aspecto financeiro.

5. Confiar que a operadora de benefícios está sempre certa

Este é um erro comum em empresas que terceirizam o Departamento Pessoal. Confiar que a operadora de seguros/benefícios está sempre certa é um perigo para a empresa, pois se acontecer algum erro de creditação por parte dela, é da empresa que o colaborador vai cobrar.

6. Não informar ao colaborador o seu nível de plano

Quanto mais informado for o colaborador a respeito dos benefícios que recebe, mais seguro e satisfeito ele vai se sentir.  É essencial apresentar ao funcionário um resumo de rede credenciada do plano de saúde e também qual é o seu nível de acomodação (enfermaria ou quarto privativo, por exemplo) para que, em caso de emergência, ele se dirija ao prestador correto o mais rápido possível.